O passado mascarado de Luciano Huck

Tiazinha: personagem garantia picos de 8 pontos ao "H".

Tiazinha: personagem garantia picos de 8 pontos ao “H”.

O homem que hoje constrói casas um dia construiu fetiches.

Luciano Huck não brotou do asfalto rumo à Globo, em 2000. Ele teve um passado na TV. Um passado mascarado. Depilado. E rebolativo.

Aposta da Band no fim dos anos 1990, o jovem apresentador galgou um lugar ao sol estimulando o público adolescente, especificamente o masculino.

Acompanhado pelo indecifrável Théo Werneck, o Liminha das pick-ups, Huck comandou por boas temporadas o “H”, versão softporn do “Programa Livre”.

No lugar dos convidados engravatados sabatinados por Groisman, a alma dos aniversários infinitos, mulheres (quase) peladas tomavam o palco, interagindo com o host.

De todas as modelos, a mais famosa atendia pelo simpático apelido “Tiazinha”, que  garantia picos de quase 10 pontos à Band quando tirava o roupão.

Dotada de máscara e chicote, ela depilava os adolescentes que erravam perguntas de atualidades.

A performance rendeu uma capa da Playboy, homenagens variadas (não pergunte o tipo) e um disco, com apoio do Vinny.

O hit “Uh! Tiazinha”, aliás, abre o espetáculo abaixo.

 

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