Os melhores filmes de super-herói da história

Elenco de "Watchmen".

Elenco de “Watchmen”.

Grandes poderes trazem grandes responsabilidades.

O mantra popularizado em “Homem-Aranha” se aplica – e muito – à avalanche de adaptações de HQs observada a partir dos anos 2000.

Pode reparar. Sempre que a Marvel ou a DC anunciam a chegada de um super-herói ao cinema surgem protestos e questionamentos. Nada mais natural. Fãs são perfeccionistas e, mais importante, já aguentaram produções terríveis.

Nesta lista, você confere apenas os filmes que silenciaram o coro dos descontentes. Os roteiros surpreendentes. Acredite, são muitos. Portanto, não estranhe se o seu predileto ficar de fora.

5º lugar
“Homem de Ferro”
(2008)

Não era um dos ponteiros em popularidade. Passou a ser. Robert Downey Jr. foi perfeito na interpretação de Tony Stark. Ressuscitou a carreira e permitiu ao personagem um lugar de destaque na competitiva Hollywood.
4º lugar
“Batman: O Cavaleiro das Trevas”
(2008)

Christopher Nolan fez um favor aos entusiastas do homem-morcego: enterrou definitivamente todos aqueles bizarros e coloridos filmes produzidos entre 1989 e 1997. “O Cavaleiro das Trevas” é maiúsculo. Não por Christian Bale, burocrático como sempre. Heath Ledger é o legítimo protagonista. Seu complexo “Coringa” não o matou, como alguns imbecis afirmaram na época, mas sem dúvida fez história.
3º lugar
“Homem-Aranha”
(2002)

Parte da decepção dos fãs em relação a Spider Man 3 certamente tem a ver com o desempenho deste primeiro filme do aracnídeo. Tobey Maguire foi Peter Parker por 121 minutos. Com eficiência acima do esperado.
2º lugar
“Os Vingadores”
(2012)

Quem poderia imaginar que Capitão América e Thor encontrariam a redenção? “Os Vingadores” é campeão de bilheteria com todos os méritos. Joss Wheldon soube roteirizar com louvor o filme que poderia ser o maior fiasco de todos os tempos. Diálogos ótimos, costura perfeita e cenas magistrais. Entretenimento puro e de boa qualidade. A Marvel merecia este presente.
1º lugar
“Watchmen”
(2009)

Alan Moore não viu e não gostou. Se assistisse, gostaria. Mas não assumiria, claro. A adaptação da graphic novel oitentista consegue ser agradável em todos os aspectos, um marco. O capricho vai do roteiro até as direções de arte e fotografia. Uma das mais importantes publicações de todos os tempos foi, sim, bem retratada no cinema.

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