“Cabeça no Jogo” foi a única surpresa na abertura da Copa das Confederações

Imagem de "Cabeça no Jogo".

Imagem de “Cabeça no Jogo”.

Nem tudo foi “mais do mesmo” neste primeiro dia de Copa das Confederações.

Sem os direitos de transmissão da competição, a ESPN Brasil lançou o programa “Cabeça no Jogo”, a primeira mesa redonda brasileira exibida com bola rolando.

Liderados por Marcelo Duarte, apresentador do “Loucos Por Futebol”, os comentaristas Alexandre Oliveira, Roberto Malia, Celso Unzelte e Leonardo Bertozzi analisaram a partida e atenderam, por telefone, telespectadores, humoristas, cantores (Reginaldo Rossi até cantou um trecho de “Garçom”) e apresentadores da emissora.

O perfil bem-humorado dos participantes colaborou muito para o ritmo do programa. Sobraram trocadilhos, cornetadas sobre a atuação de Hulk e Daniel Alves e, a melhor parte, indiretas entre os colegas. Tudo com muito respeito, é claro.

Outro ponto positivo de “Cabeça no Jogo” foi a decisão de não escalar alguém para encarnar Tiziano Crudeli, torcedor do Milan que comenta as partidas da equipe também ao vivo, em uma emissora sem autorização para exibir a Champions League e a “Lega Serie A”.

Por mais que Crudeli seja cada vez mais popular entre os brasileiros, que procuram seus exageros no You Tube, é bastante claro que a referência italiana só é válida em transmissões de um mesmo clube, não de uma seleção.

A ESPN Brasil não inovou a TV esportiva mundial, mas surpreendeu mais do que Felipão até aqui.

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